Diabetes: como combater?

Mudança de hábito alimentar e exercícios físicos ajudam a combater o diabetes.

Diabetes, uma nova epidemia mundial?

Embora haja vários tipos de diabetes: tipo 1 (Juvenil), tipo 2 (Melitus), gestacional e Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA), a diabetes tipo 2 é a que mais preocupa o mundo atual, isso graças ao aumento do número de pessoas com sobrepeso e obesas decorrente de hábitos alimentares não saudáveis e a falta de exercícios físicos. O ganho de peso é o principal fator de risco para o desenvolvimento da diabetes tipo 2, que vem aumentando em todo o mundo é já é um problema global de saúde pública, já apontado como uma nova epidemia de ordem mundial. Essa grave doença que está diretamente relacionada com o estilo de vida. (Fonte Ministério da Saúde)

Obesidade, um fator de risco do diabetes

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta a obesidade como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, que não traz apenas doenças como diabetes, mas outras enfermidades decorrentes do aumento de peso, como doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, entre outras. A projeção da OMS é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos. O mais preocupante é que o número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo pode chegar a 75 milhões, caso nada seja feito. No Brasil, a obesidade vem crescendo cada vez mais. Alguns levantamentos apontam que mais de 50% da população está acima do peso, ou seja, na faixa de sobrepeso e obesidade. Entre crianças, já chega a 15%.

A descoberta do diabetes

Muitas pessoas nem imaginam, mas segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a história do diabetes é extremamente rica e plena de fatos históricos importantes e curiosos. O papiro Ebers, descoberto pelo alemão Gerg Ebers em 1872, no Egito, é o primeiro documento conhecido a fazer referência a uma doença que se caracterizava por emissão frequente e abundante de urina, sugerindo até alguns tratamentos à base de frutos e plantas. Acredita-se que este documento tenha sido elaborado em torno de 1500 AC. Mas, foi apenas no século II DC, na Grécia Antiga, que esta enfermidade recebeu o nome de diabetes, que em grego significa “passar por”, “fluir através”, como se o líquido ingerido simplesmente passasse por dentro do organismo para sair logo depois.

Sangue doce

Ainda segundo descrição da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, foi o médico britânico William Cullen, no séc. XVIII (1769), quem sugeriu o termo mellitus (mel, em latim), diferenciando os tipos de diabetes em diabetes mellitus, caracterizado pela urina abundante com odor e sabor de mel, e diabetes insipidus, com urina também abundante, clara, e não adocicada. E em meados do século XIX foi sugerido, por Lanceraux e Bouchardat, que existiriam dois tipos de diabetes, um em pessoas mais jovens, e que se apresentava com mais gravidade, e outro em pessoas com mais idade, de evolução não tão severa, e que surgia mais frequentemente em pacientes com peso excessivo.

Tipos de diabetes e suas causas

Tipo 1

O diabetes tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Dependendo da gravidade, pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida e a melhor forma de preveni-la é com práticas de vida saudáveis (alimentação, atividades físicas e evitando álcool, tabaco e outras drogas).

Tipo 2

O diabetes tipo 2 ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. A causa do diabetes tipo 2 está diretamente relacionado ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos alimentares inadequados.

Latente Autoimune do Adulto (LADA)

Atinge basicamente os adultos e representa um agravamento do diabetes tipo 2. Caracteriza-se, basicamente, no desenvolvimento de um processo autoimune do organismo, que começa a atacar as células do pâncreas.

Diabetes gestacional

Ocorre temporariamente durante a gravidez. As taxas de açúcar no sangue ficam acima do normal, mas ainda abaixo do valor para ser classificada como diabetes tipo 2. Toda gestante deve fazer o exame de diabetes, regularmente, durante o pré-natal. Mulheres com a doença têm maior risco de complicações durante a gravidez e o parto. Esse tipo de diabetes afeta entre 2 e 4% de todas as gestantes e implica risco aumentado do desenvolvimento posterior de diabetes para a mãe e o bebê.

Você já ouviu falar em pré-diabetes?

Embora seja uma forma menos severa da doença, a chamada pré-diabetes é um sinal de alerta do organismo de que está havendo uma elevação dos níveis de glicemia por algum fator. Normalmente aparece em obesos, hipertensos ou pessoas com alterações nos lipídios (gordura no sangue). A pré-diabetes é quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas ainda não estão elevados o suficiente para caracterizar um Diabetes Tipo 1 ou Tipo 2. Esse alerta do corpo é importante por ser a única etapa do diabetes que ainda pode ser revertida, prevenindo a evolução da doença e o aparecimento de complicações, incluindo o infarto. No entanto, 50% dos pacientes que têm o diagnóstico de pré-diabetes, mesmo com as devidas orientações médicas, desenvolvem a doença.

DICA YCARE HOME CARE "A mudança de hábito alimentar e a prática de exercícios são os principais fatores de sucesso para o controle do diabetes"

Quais os sintomas do diabetes?

Os principais sintomas do diabete são: fome e sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia.

Tipo 1

  • Fome frequente
  • Sede constante
  • Vontade de urinar diversas vezes ao dia
  • Perda de peso
  • Fraqueza
  • Fadiga
  • Mudanças de humor
  • Náusea e vômito

Tipo 2

  • Fome frequente
  • Sede constante
  • Formigamento nos pés e mãos
  • Vontade de urinar diversas vezes
  • Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele
  • Feridas que demoram para cicatrizar
  • Visão embaçada

Como prevenir o diabetes?

A melhor forma de prevenir o diabetes e diversas outras doenças é a prática de hábitos saudáveis Comer diariamente verduras, legumes e, pelo menos, três porções de frutas. Reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras. Parar de fumar. Praticar exercícios físicos regularmente, (pelo menos 30 minutos todos os dias).Manter o peso controlado

Se liga na informação Ycare Home Care “A equipe de atendimento domiciliar tem papel fundamental na prestação da informação e atuação direta ao paciente”.

Cuidados com o paciente diabético

Por mais que se oriente sobre os tipos de diabetes, sintomas e como prevenir esta doença é preciso estar atento quanto aos cuidados que se deve ter com este paciente, pois, com o aumento da população obesa, a tendência é que o diabetes se torne outra enfermidade definida como ‘mal do século’ que modifica os hábitos de vida da pessoa, aumentando os riscos dada as suas várias complicações tanto agudas, quanto crônicas, que vão interferir na qualidade de vida do paciente, uma vez que as consequências podem ser graves, como por exemplo, perdas de visão, amputações e insuficiência renal.

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A equipe de atendimento domiciliar tem papel fundamental na prestação da informação e atuação direta com uma equipe multidisciplinar ao paciente frente às medidas preventivas, tanto envolvendo as ações de prevenção primária, que incluem mudanças no estilo de vida saudável e ações de prevenção secundária, no tratamento do diabetes, e nos casos de complicações decorrentes do diabetes, o paciente é assistido em sua reabilitação social, física e emocional de forma humanizada sem deixar as aplicações técnicas. Orientar e educar tanto o paciente, quanto a família a manter hábitos que reduzam os riscos de adquirir o diabetes é um dos papeis da atenção domiciliar. Outra atividade é o monitoramento quanto ao tratamento através de medicamentos prescrito pelo médico. Além disso, orientar e acompanhar o paciente em uso de insulinoterapia, fazer esquema de rodízio e instruir sobre como se faz dosagem das unidades de insulina e mesmo as complicações que podem ocorrer nos locais onde se aplica este medicamento, bem como seu armazenamento, conservação e transporte. Prestar cuidados ao paciente diabético em sua casa e monitorar frequentemente a glicemia capilar, através de equipamento próprio. Interagir com a família do diabético para que a mesma compreenda certas manifestações do paciente e a correlação com a doença, tornando-se a família incentivadora do tratamento e auxiliando o paciente a manter níveis adequados de glicemia como forma de proporcionar uma melhor qualidade de vida.

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